Lembrei de um tema que me incomoda há alguns anos e percebi que já está mais do que na hora de expressar a minha singela opinião sobre ele. Os Reality Shows estão simplesmente dominando a televisão mundial. O formato foi tão bem aceito pelo público, que ao ligarmos à televisão podemos até escapar do BBB, mas, fugir dos genéricos é completamente impossível. Temos programas sobre modelos, cantores(as), cozinheiros(as) e estilistas em busca de um contrato ou fama, homens e/ou mulheres buscando um grande amor, gordinhos lutando para ver quem perde mais peso, mulheres trocando de famílias, o cotidiano de uma família de anões. A popularidade é tanta que até grandes nomes como, Donald Trump e Hugh Hefner se renderam ao gênero criando seus programas: "The apprentice" e "The girls of the Playboy Mansion".
Na verdade, o meu grande problema não é com a programação, muito pelo contrário. Minha revolta é com aqueles “aspirantes a intelectuais” que vivem dizendo por ai que o BBB entre outros, são programas feitos para pessoas alienadas. Todo mundo tem o direito de assistir o que bem entender, mas, como uma fã incondicional dos Realitys eu resolvi botar a boca no trombone e defender a massa.
Falando mais precisamente em termos nacionais, não tem como morar no Brasil de Janeiro à Abril e não saber nada sobre o carnaval e o BBB. Faça um teste durante esse período, vá a algum lugar público e feche os olhos. Os assuntos podem até começar sérios com alguma discussão política ou catástrofe, mas, uma hora ou outra esses tópicos logo aparecerão. E ai, quem vai ser o alienado da vez?
Defendo os Realitys, pois, adoro observar como o Homem se comporta em diferentes situações. E mais, afirmo que até os que se dizem "anti-reality" se deparam com eles sem nem ao menos perceber. Afinal de contas, filmes, novelas, livros e seriados não passam de Histórias criadas por um autor, que sem dúvida nenhuma se inspirou em nós para criar seus personagens. Ou seja, os formatos diversificados acabam diferenciando-os e confundindo-nos.
Portanto, a minha opinião não poderia ser mais clara. Se formos rotular os apaixonados por Reality Shows de grandes alienados, o resto da população seria chamada de que? Sem histórias não somos nada, elas nos cativam, estimulam e por fim nos alienam.
quinta-feira, 25 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
OK, eu desisto!
É nos piores momentos que saem as melhores idéias. Pelo menos é isso que costumamos ouvir de um amigo quando estamos numa situação de “aperto”. Pois bem, no momento estou realmente num beco sem saída. Sentada numa cadeira meio torta há umas 5 horas, com um computador que está tentando f... minha vida por completo, ou seja, cheguei no fundo do meu tédio.
Com o tempo livre, pensamentos sem relevância começaram a me dominar, até eu me dar conta da injustiça que eu estava fazendo. Se para mim estava sendo um sofrimento sem fim esperar o computador funcionar, imaginei que para ele também não devia estar sendo fácil. Se o coitado já estava sofrendo para abrir o Outlook, fiquei com medo que ele cometesse suicídio quando eu clicasse no ícone da internet. Foi ai que eu, no auge da minha bondade resolvi dar um pouco de descanso para o pobre.
Fiquei quieta, olhando para um lado e para o outro, sem me mexer muito para não fazer barulho com a cadeira bamba. Procurei uma mosca e não encontrei, tentei analisar meus companheiros de trabalho, mas, como na minha frente só vejo uma parede branca foi meio inviável. O tempo começou a me deixar em pânico. Toda vez que eu olhava para o relógio pensava estar tendo uma ilusão de ótica, os ponteiros pareciam não se manifestar. Quando eu já havia desistido de tudo, me veio à cabeça uma idéia. Criar um texto para o meu blog. O único detalhe é que até então, eu não tinha nenhum blog.
Assim, surgiu o Penso logo desisto. Sem saber ao certo sobre o que escrever, meu principal objetivo é não ter tema algum. Deixar que as minhas reflexões, úteis ou não, tomem conta desse espaço.
Com o tempo livre, pensamentos sem relevância começaram a me dominar, até eu me dar conta da injustiça que eu estava fazendo. Se para mim estava sendo um sofrimento sem fim esperar o computador funcionar, imaginei que para ele também não devia estar sendo fácil. Se o coitado já estava sofrendo para abrir o Outlook, fiquei com medo que ele cometesse suicídio quando eu clicasse no ícone da internet. Foi ai que eu, no auge da minha bondade resolvi dar um pouco de descanso para o pobre.
Fiquei quieta, olhando para um lado e para o outro, sem me mexer muito para não fazer barulho com a cadeira bamba. Procurei uma mosca e não encontrei, tentei analisar meus companheiros de trabalho, mas, como na minha frente só vejo uma parede branca foi meio inviável. O tempo começou a me deixar em pânico. Toda vez que eu olhava para o relógio pensava estar tendo uma ilusão de ótica, os ponteiros pareciam não se manifestar. Quando eu já havia desistido de tudo, me veio à cabeça uma idéia. Criar um texto para o meu blog. O único detalhe é que até então, eu não tinha nenhum blog.
Assim, surgiu o Penso logo desisto. Sem saber ao certo sobre o que escrever, meu principal objetivo é não ter tema algum. Deixar que as minhas reflexões, úteis ou não, tomem conta desse espaço.
Assinar:
Postagens (Atom)